sexta-feira, abril 4, 2025
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Procon-AM cobra explicações da Amazonas Energia sobre recente apagão em Manaus e cidades vizinhas

Na última quinta-feira (3), o Instituto de Defesa do Consumidor do Amazonas (Procon-AM) notificou a concessionária Amazonas Energia, exigindo esclarecimentos sobre a interrupção no amazonas-gera-preocupacao-entre-parlamentares/” title=”Ameaça de Colapso no Sistema Elétrico do … Gera Preocupação entre Parlamentares”>fornecimento de energia que afetou Manaus e outros municípios da região metropolitana. As cidades impactadas incluem Iranduba, Manacapuru, Presidente Figueiredo, Parintins e Itacoatiara. O apagão ocorreu na noite de quarta-feira (2) e durou cerca de três horas.

Este incidente marca o segundo blecaute em menos de um mês. A concessionária atribuiu a nova falha ao desligamento da linha de transmissão Jurupari-Oriximiná. No apagão anterior, ocorrido em 3 de julho, a empresa justificou o problema como resultado das “fortes chuvas”, conforme comunicado nas redes sociais.

O Procon-AM solicitou à Amazonas Energia informações sobre as medidas preventivas adotadas para evitar novas ocorrências semelhantes. Além disso, questiona a demora no restabelecimento da energia elétrica, que não priorizou unidades essenciais como hospitais.

Entre os detalhes exigidos estão:

  1. O plano para implementação de medidas preventivas após o apagão anterior.
  2. O laudo do Operador Nacional do Sistema (ONS) que comprove os desligamentos ocorridos nos dias 3/07 e 2/04.
  3. O plano vigente para contingências e emergências.
  4. A comprovação do atendimento prioritário aos serviços essenciais.
  5. As ações tomadas para minimizar os impactos à população e compensar eventuais prejuízos causados pela falta de energia.

O diretor-presidente do Procon-AM, Jalil Fraxe, enfatizou que os consumidores têm direitos garantidos por lei: “Muitas pessoas sofreram prejuízos devido à falta de energia elétrica; elas podem fazer uma requisição administrativa junto ao Procon ou buscar amparo no Poder Judiciário”, afirmou ele.

A concessionária tem um prazo estipulado pelo Procon-AM para responder às solicitações: são 10 dias contados a partir da notificação recebida na sede localizada no bairro Flores, na Zona Centro-Sul da capital amazonense. A ausência dessa resposta poderá resultar em sanções administrativas contra a empresa.

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