A Secretaria de Estado das Cidades e Territórios (Sect) realizou, na terça-feira (6), uma reunião com representantes da Petrobras para avançar no protocolo de solicitações da Concessão de Direito Real de Uso (CDRU). Esse processo é fundamental para viabilizar a retomada da perfuração de poços na região amazônica, especificamente em Urucu-coari, após mais de dez anos sem atividades. A parceria entre o governo estadual e a empresa busca garantir segurança jurídica e impulsionar investimentos que beneficiam a economia local.
Avanço nas concessões para perfuração
A análise dos pedidos de CDRU está em andamento na Sect, sendo essencial para permitir o uso legal das áreas públicas onde serão instaladas bases operacionais, dutos e terminais. A secretária Renata Queiroz ressaltou o papel estratégico da secretaria ao articular essa cooperação institucional. Segundo ela, esse instrumento facilita o cumprimento das exigências ambientais e regulatórias, assegura a continuidade dos trabalhos sem conflitos fundiários e fortalece as relações com os órgãos públicos.
Importância do CDRU para as operações
A concessão do direito real é um requisito indispensável para que a Petrobras possa iniciar suas atividades com segurança jurídica. Isso garante não apenas a instalação física das estruturas necessárias à exploração como também protege o patrimônio público conforme orientações do governador Wilson Lima.
Investimentos significativos e impacto econômico
O gerente de projetos da Petrobras, Marcos André, destacou que os investimentos previstos somam cerca de US$ 500 milhões. A retomada inclui a perfuração planejada de 22 poços e instalação aproximada de 40 quilômetros em linhas operacionais. Essa movimentação econômica deve impulsionar setores auxiliares como construção civil, navegação fluvial e serviços locais.
Benefícios sociais gerados pela exploração
Além do impacto financeiro direto no estado do Amazonas, Marcos André enfatizou que essa iniciativa contribui significativamente para repor reservas naturais essenciais à produção futura de óleo e gás na região. O projeto também gera empregos diretos e indiretos além da arrecadação tributária decorrente dessas atividades.
Processos estratégicos em andamento
Atualmente estão sob análise três pedidos prioritários: complemento LOC 2, Novo Poço ARZ 1 e Novo Poço CPP-2. A expectativa é iniciar a campanha principal já em fevereiro deste ano; entretanto os novos poços dependem da finalização dos processos ambientais previstos para o segundo semestre.
Parceria fundamental entre Sect e Petrobras
Marcos andré reforçou que essa colaboração institucional é vital não só pelo direito formal ao uso das áreas mas também porque permite dar sequência aos trâmites burocráticos necessários ao licenciamento ambiental – etapa imprescindível antes do início efetivo das obras.
Conclusão
A reunião consolidou um alinhamento importante entre Governo do Estado do Amazonas e Petrobras visando destravar investimentos estratégicos capazes fortalecer toda cadeia produtiva regional. Além disso, reforça compromissos com geração sustentável emprego renda local enquanto promove maior segurança energética no estado.
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