sábado, janeiro 10, 2026
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Notícias do Amazonas – Governo Lula anuncia reajuste de R$ 18 no piso dos professores em 2026

A ausência de acordo entre a União, estados, municípios e representantes dos professores deve levar o Ministério da Educação (MEC) a anunciar um reajuste mínimo para o piso salarial do magistério em 2026.A correção prevista é de apenas 0,37%, valor que ficará abaixo da inflação acumulada no período, gerando críticas por parte dos sindicatos e governos locais.

Reajuste do piso salarial em 2026

Atualmente, o piso nacional para professores da educação básica que cumprem jornada de 40 horas semanais é de R$ 4.867,77. Com o reajuste anunciado pelo MEC, esse valor será elevado em aproximadamente R$ 18,10, chegando a pouco menos de R$ 4.886. A medida deve ser publicada oficialmente nas próximas semanas pelo governo federal.

Impactos financeiros para estados e municípios

Estados e municípios alegam dificuldades financeiras para conceder aumentos maiores no salário dos professores. Essa limitação orçamentária tem sido um dos principais entraves para um consenso entre os entes federativos e as entidades representativas da categoria.

Críticas das entidades sindicais

Por outro lado, os sindicatos criticam fortemente o índice proposto por não repor as perdas inflacionárias acumuladas nos últimos meses. Para essas organizações, a correção mínima prejudica os profissionais da educação que já enfrentam desafios na valorização salarial.

Cálculo do reajuste e fatores que influenciam o índice

O reajuste do piso nacional é calculado com base na Lei do Magistério (2008), utilizando dados fornecidos pelo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb). No entanto, alterações feitas em 2020 na legislação e a redução no número de matrículas têm provocado variações significativas no cálculo anual.

Consequências da imprevisibilidade no aumento anual

Essa falta de previsibilidade gera oscilações nos índices aplicados ao reajuste salarial. Além disso, cria pressão sobre o governo federal para equilibrar demandas financeiras com limitações orçamentárias locais. O cenário pode afetar diretamente professores e gestores escolares – além disso – impacta negativamente a imagem política do presidente num momento eleitoral delicado.

Divergências atrasam acordo entre entes federativos

O ministro da Educação Camilo Santana tem enfatizado a importância do diálogo entre União, estados e municípios junto às entidades sindicais para alcançar um consenso sobre o reajuste salarial dos docentes. Contudo as divergências persistem dificultando uma solução mais justa aos profissionais envolvidos.


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