sexta-feira, abril 4, 2025
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Marcha de Mulheres Exige Justiça Após 10 Anos da Morte da Policial Deusiane Pinheiro

Uma marcha de mulheres ocorreu nesta terça-feira (1º) em frente ao Fórum Ministro Henoch Reis, em Manaus, com o objetivo de exigir o julgamento e a punição dos responsáveis pela morte da policial militar Deusiane da Silva Pinheiro. A jovem, que tinha apenas 26 anos na época do crime, foi encontrada morta com ferimentos por arma de fogo nas dependências do Pelotão Ambiental no dia 1º de abril de 2015.

De acordo com relatos familiares, Deusiane enfrentava perseguições por parte de um colega policial. amazonas/” title=”Condenado por tráfico de drogas e receptação é detido em Amaturá, …”>em 2017, ele e outros quatro policiais militares foram denunciados pelo crime. A mãe da vítima, Antônia Assunção, se tornou um símbolo na luta contra a violência contra as mulheres no estado. A família acredita que o caso se trata de feminicídio e aponta que a cena do crime pode ter sido manipulada para proteger os autores.

A deputada estadual Alessandra Campelo (Podemos) destacou que o caso está tramitando na Justiça do Amazonas há uma década. Ela mencionou que a Procuradoria da Mulher da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (ALEAM) oferece suporte social, psicológico e jurídico à família durante todo o processo judicial. Desde abril de 2015, ano em que iniciou seu primeiro mandato na Casa Legislativa, Alessandra acompanha atentamente este caso emblemático.

“Dona Antônia transformou sua dor em uma causa coletiva pela justiça das mulheres no Amazonas.Estou aqui há dez anos lutando para garantir que a Justiça seja feita”, afirmou Alessandra Campelo. “A Procuradoria da Mulher apoiou essa marcha porque acreditamos firmemente que nenhuma forma de violência contra as mulheres deve ser tolerada.”

Com um megafone nas mãos durante a manifestação, Dona Antônia expressou sua indignação diante da impunidade: “São dez anos mendigando por justiça! Não vou desistir até ver todos os acusados julgados e condenados.” Ela também fez um apelo às autoridades para darem respostas sobre esse ato covarde cometido contra sua filha.

O clamor por justiça continua forte entre as participantes da marcha e reflete uma luta maior contra a violência direcionada às mulheres no estado.

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