sexta-feira, abril 4, 2025
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Novidades Imperdíveis da Segunda Edição do Concurso Público Nacional Unificado

O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) anunciou mudanças significativas para a segunda edição do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU 2). A principal alteração será a implementação de um sistema de código de barras no cartão-resposta, eliminando a necessidade de preenchimento manual das bolinhas, como ocorreu na primeira edição.

A nova abordagem visa resolver os problemas enfrentados por muitos candidatos na edição anterior, onde houve dificuldades para marcar corretamente o gabarito. A ministra Esther Dweck destacou que o uso do código de barras permitirá uma identificação automática e precisa, assegurando que cada prova esteja vinculada ao candidato correto sem erros.“Não é o nome ou número de inscrição que importa; a máquina consegue ler e garantir que aquela prova pertence àquela pessoa. Queremos que os candidatos se concentrem apenas no conteúdo da prova, sem se preocupar com formalidades burocráticas”, afirmou Dweck.

Com essa tecnologia, cada caderno de questões terá um código único associado ao candidato, preservando seus dados pessoais durante o processo corretivo. Essa mudança é especialmente relevante quando diferentes versões da mesma prova são aplicadas em uma única sala, aumentando assim a segurança e equidade nas avaliações.

Além disso, espera-se que essa inovação agilize tanto a correção das provas quanto a divulgação dos resultados. Na edição anterior do concurso, esse processo levou 194 dias para ser concluído.Com as novas medidas implementadas pelo MGI, há expectativa de redução desse tempo significativamente.

Outra novidade anunciada foi a unificação do edital do CPNU 2. Na versão anterior foram publicados oito editais distintos para diferentes áreas e níveis educacionais.Agora, haverá um único documento visando facilitar o entendimento das informações pelos candidatos.

Duas novas carreiras também foram confirmadas: Analista Técnico de Justiça e Defesa e Analista Técnico de desenvolvimento Socioeconômico – ambas exigindo nível superior. Essas funções terão atribuições em diversos órgãos da administração pública federal.

O MGI planeja lançar o termo referência para escolha da banca examinadora em abril deste ano; as provas estão previstas para ocorrer no segundo semestre de 2025 – possivelmente em agosto – quando as condições climáticas são mais favoráveis na maior parte do Brasil.

Por fim, devido ao ano eleitoral previsto para 2026, não haverá nova edição do concurso nesse ano; todos os resultados precisam ser homologados antes desse período crítico eleitoral.

Essas mudanças visam tornar o CPNU 2 mais eficiente e transparente com novos processos ajustados ao formato atual das seleções públicas federais.

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