sábado, janeiro 10, 2026
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Ministro da Justiça, Lewandowski, comunica saída a Lula antes de evento

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, comunicou ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que deixará o cargo nesta sexta-feira (9). O anúncio foi feito antes do evento no Palácio do planalto que marcou os três anos dos ataques ocorridos em 8 de janeiro de 2023. Com a saída do ministro, pelo menos dois secretários importantes da pasta também manifestaram a intenção de deixar seus cargos.

Saída do ministro e impacto na equipe

Ricardo Lewandowski informou sua decisão pessoalmente ao presidente Lula, antecipando sua saída da pasta. Além dele, o núcleo principal do Ministério da Justiça e Segurança Pública deve passar por mudanças significativas. O secretário-executivo Manoel Carlos de Almeida Neto e o secretário nacional de Segurança Pública Mario Sarrubbo já indicaram a pessoas próximas que pretendem deixar suas funções no governo.

Outros desligamentos previstos

Outro integrante importante que planeja sair ainda neste primeiro semestre é o secretário de Assuntos Legislativos, Marivaldo Pereira. Ele tem planos para concorrer como candidato a deputado federal nas eleições de 2026.

Contexto da posse e expectativas iniciais

Lewandowski assumiu o ministério em 1º de fevereiro deste ano após Flávio Dino deixar o cargo para ocupar uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF). A expectativa inicial era que ele permanecesse até a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança, projeto ainda sem data definida para votação na Câmara dos Deputados.

reorganização administrativa e prioridades anunciadas

Na cerimônia de posse, Lewandowski nomeou os secretários Manoel Carlos Neto, Mario Sarrubbo, Jean Uema (Secretaria Nacional de Justiça), André Garcia (Secretaria Nacional de Políticas Penais) e Lilian Cintra (Secretaria Nacional de Direito Digital). Também promoveu uma reorganização interna com servidores já vinculados à pasta.Durante seu discurso inaugural, destacou como prioridade o combate ao crime organizado, além das ações contra delitos digitais e milícias armadas. Essa orientação marcou toda sua gestão à frente do ministério.

Agenda legislativa durante a gestão

no período em que esteve à frente do Ministério da Justiça e Segurança Pública, Lewandowski apresentou um conjunto legal voltado para enfrentar organizações criminosas. Entre as iniciativas estão a PEC da Segurança – ainda pendente na Câmara – e o Projeto de Lei Antifacção. Este último também aguarda apreciação pelos deputados federais sem previsão definida para votação.


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