O presidente da Energisa, Ricardo Botelho, amazonas-defesa-de-bolsonaro-refuta-acusacoes-de-golpe-e-investigacoes/” title=”Notícias do … – Defesa de Bolsonaro refuta acusações de golpe e investigações”>afirmou nesta terça-feira (18) que a empresa não tem interesse em adquirir a Amazonas Energia, mesmo após o governo federal publicar uma medida provisória (MP) que flexibiliza metas regulatórias para viabilizar a reestruturação da distribuidora. A declaração reforça o posicionamento da companhia diante das recentes mudanças no setor elétrico do estado.
Posicionamento da Energisa sobre a aquisição
Segundo Ricardo Botelho, embora o tema esteja sendo tratado pelo governo federal, a área de concessão da Amazonas Energia não faz parte dos planos estratégicos da Energisa. A empresa já administra concessões de distribuidoras que foram federalizadas e posteriormente transferidas à iniciativa privada, como as localizadas no Acre e em Rondônia. Dessa forma, não há interesse na expansão para o Amazonas neste momento.
Medida provisória 1.232/2024 e seus impactos
na semana passada, foi publicada a MP 1.232/2024 pelo governo federal com o objetivo de permitir que a Amazonas Energia repasse para os encargos setoriais os custos relacionados ao furto de energia e à inadimplência que ultrapassem os limites estabelecidos pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Essa medida possibilita que esses valores sejam transferidos para a Conta de Consumo de combustíveis (CCC) por um período de até 15 anos.
Reestruturação financeira e administrativa
Com essa flexibilização regulatória proporcionada pela MP, abre-se espaço para uma possível reestruturação financeira e administrativa na Amazonas Energia. O repasse dos custos excedentes aos encargos setoriais pode aliviar as pressões econômicas enfrentadas pela distribuidora no estado do Amazonas.
Contexto das concessões federais
A atuação atual da Energisa concentra-se em áreas onde houve processo semelhante ao vivido pela Amazonas Energia: concessionárias federalizadas no passado foram concedidas à iniciativa privada com foco na melhoria operacional e financeira dessas empresas.No entanto, conforme destacado por botelho, essa experiência não será replicada agora no estado do Amazonas.
Conclusão
Diante desse cenário envolvendo medidas governamentais e posicionamentos empresariais sobre o futuro da distribuição elétrica no estado do Amazonas, é basic acompanhar as próximas decisões relacionadas à gestão dessa importante concessionária regional.
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