Indústrias do Amazonas recuam 5,2% em agosto, aponta IBGE

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O Amazonas foi o estado com a maior redução na indústria, em agosto deste ano, no comparativo com o mês anterior, considerando a série com ajuste sazonal. O Estado amargou uma taxa negativa de -5,2%, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O recuo foi de 1,8% na indústria nacional, incluindo sete dos 15 locais pesquisados.
São Paulo (-3,9%), Bahia (-3,3%) e Paraná (-3,1%) foram os que obtiveram as maiores quedas, após o Amazonas, que apesar da redução, registrou uma taxa positiva de 7,8% no acumulado deste ano.
Ceará (3,7%) e Pará (3,5%) apresentaram os maiores avanços no mês. Pernambuco (1,7%), Goiás (1,4%), Rio Grande do Sul (1,3%), Rio de Janeiro (1,0%), Espírito Santo (0,9%) e Mato Grosso (0,9%) completaram o conjunto de locais com resultados positivos. O material de apoio da Pesquisa Industrial Mensal Regional (PIM-PF Reg.) pode ser acessado à direita desta página.
Ainda na série com ajuste sazonal, a média móvel trimestral para o total da indústria recuou 0,9% no trimestre encerrado em setembro de 2018 frente ao mês anterior, interrompendo a trajetória ascendente iniciada em maio de 2018. Em termos regionais, seis locais tiveram taxas negativas, com destaque para os recuos mais intensos observados no Amazonas (-3,2%), São Paulo (-2,3%), Paraná (-1,3%) e Minas Gerais (-0,9%). Por outro lado, Espírito Santo (2,0%), Rio Grande do Sul (2,0%), Ceará (1,8%), Pará (1,8%), Pernambuco (1,6%) e Mato Grosso (1,2%) registraram os principais avanços em setembro de 2018.
Indústrias do Amazonas apresentam recuo em agosto.
Na comparação com setembro de 2017, a indústria mostrou retração de 2,0% em setembro de 2018, com sete dos 15 locais pesquisados apontando taxas negativas. Vale citar que setembro de 2018 (19 dias) teve um dia útil a menos do que setembro de 2017 (20).
Nesse mês, Amazonas (-14,8%) apresentou recuo de dois dígitos e o mais acentuado, pressionado, em grande parte, pelas quedas observadas nos setores de bebidas (preparações em xarope para elaboração de bebidas para fins industriais), de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (naftas para petroquímica, óleo diesel, óleos combustíveis e gasolina automotiva), de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (televisores) e de impressão e reprodução de gravações (CDs e DVDs).
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